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3 exemplos de como aplicar inteligência artificial nas empresas

como aplicar inteligência artificial nas empresas

Não tem só a ver com robôs e ficção científica. Com os avanços tecnológicos, é possível aplicar inteligência artificial em diversos cenários, inclusive o empresarial. Diariamente, nós utilizamos plataformas de email, serviços de streaming e aplicativos para smartphone que contam com a IA para tornar a experiência ainda melhor. Quando aplicada ao trabalho, os resultados são surpreendentes. Confira agora como aplicar inteligência artificial nas empresas!

As aplicações são tantas e tão práticas que um estudo conduzido pela Gartner em 2016 prevê que, em menos de dois anos, os algoritmos irão alterar positivamente o comportamento de mais de um bilhão de trabalhadores globais. O estudo também identifica que, até 2021, 20% de todas as atividades que desempenhamos diariamente envolverão ao menos uma das sete gigantes da tecnologia mundial.

Até 2020, as pessoas terão mais conversas com bots do que com seus parceiros. Não se engane, nossas interações com a tecnologia estão crescendo rapidamente. O uso de robôs está invadindo nossas vidas devido à ascensão da IA e interfaces de conversação.

É bem provável que você já tenha conversado com um chatbot e nem percebido. Eles estão por tudo: em nossos smartphones, tablets, assistentes virtuais, sistemas de entretenimento dos veículos e até mesmo nos dispositivos destinados a tornar nossas casas inteligentes.

Nos negócios, não é diferente. A inteligência artificial ocupou a posição de melhor assistente nas empresas e só recebe elogios. A tendência? Estar cada vez mais presente e desempenhando papéis maiores e mais desafiadores.

Confira agora alguns exemplos de como aplicar inteligência artificial nas empresas:

#1 Personalização nos atendimentos

Depois que passamos a conviver com a internet diariamente, ficamos mais exigentes. O acesso facilitado à informação alterou nosso processo de compra. Se antes éramos impactados primeiramente no ponto de venda, hoje temos um novo estágio nesse caminho: o da pesquisa.

Quando temos qualquer dúvida sobre produtos ou serviços, pedimos auxílio aos mecanismos de busca. Pesquisamos preços, fazemos comparações, buscamos opiniões, vamos atrás das críticas e ficamos de olho nas pontuações. Consequentemente, essa visão mais ampla nos tornou mais exigentes.

Hoje, queremos mais. Somos constantemente abordados por anúncios, promoções, e-mails e sugestões. Estamos cansados de tentarem chamar nossa atenção enquanto conectados, a não ser que nos ofereçam materiais realmente interessantes e atendimento personalizado.

Técnicas de inteligência artificial contribuem para que as empresas nos conheçam mais a fundo antes de sair por aí enviando a mesma coisa para todo mundo. Com a tecnologia, é possível tomar decisões mais assertivas e segmentar melhor o público, oferecendo oportunidades personalizadas para consumidores.

Softwares de IA classificam e organizam itens cadastrados nos sites de e-commerce, por exemplo, de acordo com nossos históricos de pesquisa, oferecendo produtos de acordo com o perfil do usuário.

Os chatbots também têm a inteligência artificial como combustível e tomaram a frente dos negócios ao assumir tarefas mecânicas muito mais rapidamente que os humanos. O Alibaba, gigante do varejo chinês, possui um chatbot capaz de processar consultas escritas e faladas. Atualmente, o Ali Assistent, como é denominado, processa 95% das consultas dos clientes.

No Brasil não é diferente. Empresas como o Magazine Luiza e Vivo, por exemplo, já contam com assistentes virtual em suas plataformas para o atendimento ao consumidor.

Para tornar o atendimento mais humanizado, os chatbots têm nomes: Lu e Vivi, respectivamente. Através delas, é possível solicitar o status do pedido, segunda via da fatura e cancelamentos, sem que exista um funcionário reunindo e respondendo essas informações.

A vantagem? Não perdemos tempo esperando atendimento via telefone, temos as respostas em tempo real e conseguimos resolver nossas pendências sem depender de terceiros.

#2 Comunicação simplificada

A união da inteligência artificial com machine learning e cloud computing é sinônimo de possibilidades quase infinitas. O trio, quando adotado com esperteza, é capaz de gerar resultados realmente transformadores nas empresas.

O aumento da produtividade da equipe, a economia de recursos e a praticidade nas tarefas operacionais são apenas algumas das vantagens obtidas com a implementação da tecnologia na rotina profissional.

O G Suite é um verdadeiro case de sucesso neste quesito. O conjunto de ferramentas do Google facilitou a comunicação entre gestores, colaboradores e clientes com a integração de aplicativos e a centralização de dados e informações.

Por armazenar tudo em nuvem, o pacote faz com que usuários consigam manter a comunicação ativa independente da localização geográfica, sem limitações de espaço para armazenamento, versões de sistemas ou atualizações de software.

Qualquer profissional com autorização prévia acessa, edita, compartilha, sugere e cria documentos, planilhas, apresentações e agendamentos a partir de qualquer dispositivo conectado à internet.

A evolução das ferramentas é constante e induz a real colaboração e unificação entre profissionais.

#3 Detecção de fraudes e falhas

Outros pontos importantes relacionados à aplicabilidade da inteligência artificial nas empresas são a segurança de dados e a antecipação aos problemas. Ferramentas sofisticadas conseguem registrar comportamentos fora do padrão e, com isso, identificar quebras de segurança e ataques cibernéticos.

Juntos, IA e machine learning detectam ameaças em tempo real, além de perceber anomalias e fornecer estratégias de segurança multi-camadas, robustas e sofisticadas.

Quer exemplos mais práticos?

No primeiro semestre de 2018, a Samsung SDS lançou uma plataforma financeira digital baseada em inteligência artificial para prevenir falsificações e autenticações conjuntas. A subsidiária do Grupo Samsung é especializada na prestação de serviços de informação tecnológica e também possui um sistema seguro voltado a cartões de crédito.

No ano passado, a Gocil, empresa brasileira de serviços em segurança privada, investiu R$ 20 milhões no desenvolvimento de uma plataforma capaz de reconhecer ações suspeitas, como atitudes incomuns em estacionamentos, shopping centers, lojas e condomínios residenciais.

Em 2016, uma pesquisa da TATA Consultancy Services descobriu que mais de 90% das empresas nos ramos de energia, alta tecnologia, telecomunicações, varejo e automotivo já utilizam IA em pelo menos um processo.

O mais interessante é que, ainda segundo o estudo, o principal objetivo das organizações que adotam essas iniciativas é o de aprimorar a qualidade de produtos ou serviços. Em outras palavras, todos saem ganhando!

Não restam dúvidas de que a inteligência artificial está mudando nossa forma de trabalho. E você, o que está fazendo a respeito?

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